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Por Rafael Andrade Jardim

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Fundo milionário e contratações? O que se sabe sobre as promessas do SPFC para 2026




O São Paulo Futebol Clube decidiu não avançar com a criação de um fundo de investimentos voltado à contratação de jogadores, que poderia chegar a R$ 200 milhões.

A proposta chegou a ser analisada internamente, mas não passou da fase inicial de estudos e discussões e foi retirada de pauta tanto pelo clube quanto pela parceira Galápagos. Com isso, a iniciativa não será implementada na atual janela de transferências. A informação é do colunista Pedro Lopes, do UOL.

Entre os fatores que pesaram para o recuo está a preocupação de que um fundo estruturado a partir da compra e venda de atletas pudesse ser interpretado por entidades reguladoras como uma forma de participação de investidores nos direitos econômicos dos jogadores, prática vetada pelas regras do futebol.




Apesar do arquivamento da ideia, o São Paulo segue mantendo a parceria com a Galápagos por meio de um Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC), criado com o objetivo de reforçar o caixa do clube. Parte dos recursos captados tem sido direcionada ao pagamento de dívidas, enquanto outra parcela, mediante autorização dos gestores do fundo, é utilizada como capital de giro.

A avaliação dos investidores é de que o clube ainda não se adaptou integralmente a todas as travas financeiras previstas no acordo, mas tem demonstrado evolução no controle das contas. Até o momento, não há registro de descumprimento das regras estabelecidas.

Sem a entrada de um novo aporte externo e enfrentando um cenário de instabilidade política interna, a tendência é que o São Paulo atue de forma conservadora no mercado da bola, evitando grandes gastos ou contratações de impacto. Esse panorama só deve mudar caso surja algum investidor disposto a colaborar diretamente com reforços.




Mesmo com a postura cautelosa, o clube acertou recentemente a contratação do meio-campista Danielzinho, que estava no Mirassol. Além disso, a diretoria analisa a possibilidade de uma negociação com o Botafogo envolvendo os jogadores Ferraresi, Rodriguinho e Pablo Maia.

Após a saída do ex-diretor Carlos Belmonte, as decisões na área têm sido conduzidas principalmente pelo executivo Rui Costa e pelo superintendente Márcio Carlomagno. Um dos principais compromissos da atual gestão é justamente o controle da saúde financeira do clube.

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